Comecei a edição com doze estudos pequenos, todos usando as mesmas três fotografias. Em vez de trocar a imagem, alterei o tamanho das margens, a largura do texto e o peso dos títulos. O conteúdo era constante; o ritmo da página, não.

A combinação que funcionou melhor deixou mais espaço entre as imagens e aproximou as legendas dos textos a que pertenciam. O contraste ficou menos dramático, mas a leitura ganhou continuidade. Guardei as outras versões porque elas explicam decisões que a página final não mostra.